Laudos patológicos Doppler arterial e venoso

DOPPLER ARTERIAL – MEMBROS INFERIORES


🔴 ESTENOSE ~50% FEMORAL SUPERFICIAL

Placa ateromatosa determinando redução luminal aproximada de 50%.

Aceleração focal de velocidade compatível com estenose moderada.

Fluxo distal preservado com padrão trifásico atenuado.

Conclusão: Estenose moderada da artéria femoral superficial.


🔴 ESTENOSE ≥70%

Aceleração marcada da velocidade sistólica pico, com alargamento espectral e turbulência.

Redução luminal estimada ≥70%.

Conclusão: Estenose arterial grave.


🔴 OCLUSÃO ARTERIAL

Ausência de fluxo ao Doppler no segmento avaliado.

Imagem intraluminal compatível com trombo.

Fluxo distal ausente ou mantido por colaterais.

Conclusão: Oclusão arterial no segmento descrito.


 DOPPLER ARTERIAL – MEMBROS SUPERIORES

Placa ateromatosa com redução luminal estimada em aproximadamente 60%, com aceleração focal de velocidades.

Fluxo distal preservado.

Conclusão: Estenose moderada da artéria subclávia.


🟦 TVP AGUDA – MEMBROS INFERIORES

ECODOPPLER VENOSO

Veia femoral comum não compressível, com conteúdo hipoecoico intraluminal compatível com trombo recente.

Ausência de fluxo espontâneo no segmento acometido.

Veia dilatada.

Conclusão: Trombose venosa profunda aguda da veia femoral comum.


🟦 TVP CRÔNICA

Veia femoral com redução de calibre, paredes espessadas e material ecogênico aderido à parede.

Compressibilidade parcial.

Fluxo presente com sinais de recanalização.

Conclusão: Trombose venosa profunda crônica com sinais de recanalização parcial.


🟦 INSUFICIÊNCIA VENOSA SUPERFICIAL

Veia safena magna dilatada.

Presença de refluxo patológico superior a ___ segundos à manobra de Valsalva/compressão.

Sistema profundo pérvio.

Conclusão: Insuficiência venosa superficial da veia safena magna.


🟦 INSUFICIÊNCIA VENOSA PROFUNDA

Sistema venoso profundo pérvio, porém com refluxo patológico prolongado nas manobras realizadas.

Sem sinais de trombose.

Conclusão: Insuficiência venosa profunda.